Segundo dados do TST, as ações trabalhistas relacionadas a horas extras não pagas representam mais de 30% de todos os processos na Justiça do Trabalho.
O problema do ponto manual
A folha de ponto assinada à mão tem vulnerabilidades óbvias:
- Assinar em branco: colaboradores assinam folhas em branco que são preenchidas depois
- Horários arredondados: gestores "corrigem" horários sistematicamente
- Sem geolocalização: impossível comprovar onde o colaborador estava
O que muda com o ponto digital?
1. Imutabilidade dos registros
Sistemas digitais modernos armazenam cada batida com timestamp imutável. No MeuPonto360, qualquer ajuste gera um log de auditoria.
2. Geolocalização e biometria
Cada registro inclui coordenadas GPS e foto do colaborador (reconhecimento facial opcional).
3. Transparência para o colaborador
O colaborador recebe um comprovante em tempo real após cada batida.
Quanto custa não digitalizar?
Considere uma empresa com 50 colaboradores:
- Risco médio de condenação por ação trabalhista: R$ 15.000–50.000 por processo
- Frequência esperada com ponto manual: 2–4 ações/ano
O MeuPonto360 custa a partir de R$ 6,90/colaborador/mês (plano Essencial).
ROI: a primeira ação trabalhista evitada paga anos de assinatura.
Conclusão
O controle de ponto digital não é apenas uma questão de modernização — é gestão de risco.